Maternidade de Napala construida e equipada com o apoio da ADPM já está a funcionar
A ADPM está a desenvolver ações de cooperação no distrito de Monapo desde o ano de 2000. Na altura iiniciou-se uma estratégia de desenvolvimento para aquele território e foi definida uma linha orientadora que viria a “regular” toda a acção. Considerou-se a educação e a saúde fundamentais neste processo de desenvolvimento.
As mães de Monapo precisam de Si. Foi este o mote que a Associação de Defesa do Património de Mértola utilizou na Plataforma NOVO BANCO Crowfunding para que os donatários on line participassem com o seu donativo destinado à aquisição de equipamento para a maternidade de Napala, um bairro do município de Monapo, em Moçambique, que se encontrava em fase de construção.
Com os 3 900 euros angariados, a Associação adquiriu diversos materiais, nomeadamente: 4 camas de parto, 20 camas, 13 biombos, 9 mesas-de-cabeceira, 2 marquesas de observação, 3 armários de medicamentos e 6 degraus com tela antiderrapante, necessários para um atendimento mais digno e saudável às grávidas e seus recém-nascidos e um melhor acompanhamento por parte dos profissionais de saúde.
“A maternidade de Napala, para a qual tivemos a satisfação de ter o apoio e colaboração do Crowdfunding do Novo Banco, é um equipamento extremamente importante para aquela comunidade, particularmente para as senhoras mamãs e respetivas crianças. Esta maternidade dá às mães a oportunidade de ter um parto seguro, acompanhadas por pessoal técnico qualificado, salvando a vida a muitas delas (mães e filhos/as). A colaboração do NOVO BANCO Crowdfunding foi extremamente importante, permitiu a aquisição de material e de equipamento adequado e suficiente, possibilitando a atividade a que se destina, em pleno, com as condições adequadas e com o conforto que o “ato de fazer nascer”, exige.» Maria José Martins, Responsável pelo projeto da Associação de Defesa do Património de Mértola
Diversas infraestruturas de serviços básicos já tinham sido criadas para a população em Monapo, contudo, devido ao elevado número de habitantes e aos índices de pobreza que se registam naquele município, as mesmas eram insuficientes para a satisfação das necessidades primárias, sendo as grávidas e as crianças os grupos onde a situação era mais preocupante.
Desde o início de atividade da maternidade, em maio de 2015, já nasceram 2200 bebés, tendo reduzindo significativamente o número da mortalidade infantil e das suas progenitoras.










